Governo do RS coloca leitos à disposição para receber pacientes de hospitais de Manaus em colapso - Notícias

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Falta de oxigênio14/01/2021 | 21h35Atualizada em 14/01/2021 | 21h35

Governo do RS coloca leitos à disposição para receber pacientes de hospitais de Manaus em colapso

Embora tenha disponibilizado sua rede, o Estado ainda não recebeu nenhum pedido amazonense para uso das vagas

Governo do RS coloca leitos à disposição para receber pacientes de hospitais de Manaus em colapso Michael DANTAS / AFP/AFP
Devido ao coronavírus, parte das unidades de saúde da capital amazonense zerou o estoque de oxigênio, essencial aos doentes Foto: Michael DANTAS / AFP / AFP

O Estado do Rio Grande do Sul se colocou à disposição para receber pacientes de hospitais de Manaus (AM) que estão enfrentando colapso em seu estoque, incluindo a falta de oxigênio em leitos clínicos. Embora tenha disponibilizado sua rede, o governo gaúcho ainda não recebeu qualquer pedido para uso dos leitos no RS. Quem está fazendo o remanejamento, além do governo amazonense, é o Ministério da Saúde.

— Coloquei o RS à disposição para o que puder ser feito no sentido de ajudar os nossos irmãos do Amazonas. Estamos numa outra ponta do país, mas a solidariedade que o momento exige supera qualquer distância. Se for necessário, o RS está a postos — afirmou o governador Eduardo Leite.

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Por causa do coronavírus, o consumo de oxigênio em unidades de saúde de Manaus aumentou e, nesta quinta-feira (14), profissionais que atuam no combate à covid-19 denunciaram que parte dos hospitais zerou o estoque do insumo, que é essencial para o tratamento de pacientes internados com a doença.

O secretário da Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, confirmou que o Estado passa por uma crise no abastecimento de oxigênio. Campêlo disse que o Ministério da Saúde, o governo amazonense e as Forças Armadas estão trabalhando no apoio logístico para a entrega de oxigênio para a rede estadual, com o transporte do gás de outros Estados para a região.

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No Rio Grande do Sul, segundo painel disponibilizado pela Secretaria Estadual da Saúde, a taxa de ocupação na rede pública é de 77% em leitos de UTI adulto e, na rede privada, de 85,5%. Sobre os leitos clínicos específicos para a covid-19, a taxa de ocupação é de 24%.


 
 
 
 
 
 
 
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