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Noveleiros08/11/2016 | 09h16Atualizada em 08/11/2016 | 16h57

Os altos e baixos de "Haja Coração"

Entre acertos e erros, a trama foi um dos grandes sucessos dos últimos anos no horário das 19h

Os altos e baixos de "Haja Coração" TV Globo / Divulgação/Divulgação
Foto: TV Globo / Divulgação / Divulgação

HAJA CORAÇÃO

Quem não se apaixonou por "Shirlipe". O casalzinho formado por Sabrina Petraglia e Marcos Pitombo roubou a cena, provando que sempre é possível reinventar um clássico conto de fadas. Shirlei foi ganhando espaço ao longo da novela, principalmente após engrenar o romance com o "príncipe" Felipe. 

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Outra trama secundária que teve mais destaque ao longo da novela foi o drama de Carol (Bruna Griphao) e seus irmãos. Órfãos de mãe, eles passaram por maus bocados com o alcoolismo do pai e, com a morte de Afonso (Mario Hermeto), a situação ficou ainda mais desesperadora. Nessa reta final, a disputa pela guarda das crianças trouxe fortes emoções, mas tudo indica que todos terão um final feliz ao lado de Tancinha (Mariana Ximenes) e do marido que ela escolher.

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As confusões da mansão Abdala ganharam contornos divertidíssimos com a chegada da prima Safira (Cristina Pereira). Aliás, que belo acerto trazer de volta a primeira Fedora, para dividir a cena com a atual. Cristina, Grace Gianoukas e Tatá Werneck formaram um trio afinado na comédia.

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João Baldasserini foi uma das grandes revelações da novela, apaixonante como o atrapalhado Beto. Tanto que, apesar de tudo o que o personagem aprontou, há uma torcida grande para que ele conquiste o amor de Tancinha. 

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HAJA PACIÊNCIA

A exemplo do que aconteceu em "Sassaricando", "Haja Coração" também teve os protagonistas ofuscados por personagens coadjuvantes. A Tancinha atual foi muito bem defendida por Mariana Ximenes, mas faltou química com Apolo (Malvino Salvador) e as idas e vindas do casal acabaram cansando o público.

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O prêmio de "casal soninho" vai para Aparício (Alexandre Borges) e Rebeca (Malu Mader). As chatíssimas armações de Cicinho para dar uma lição em sua Bebé eram os momentos mais dispensáveis da novela, aquela hora de ir ao banheiro, fazer um lanchinho, dar um cochilo...não acrescentaram nada.

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Ver Tatá Werneck na pele de Fedora foi "mais do mesmo". Mesmo nas cenas dramáticas da patricinha, Tatá Werneck foi apenas...Tatá Werneck. O que salvou a personagem foram as ótimas dobradinhas com Leozinho (Gabriel Godoy) e Teodora (Grace Gianoukas).

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E por falar em Teodora, o sumiço da ricaça foi uma bola fora, já que Grace Gianoukas era a responsável por boa parte da comédia no núcleo Abdala. E incluir um Tarzan "dividinho" entre Teodora e Safira foi forçar a barra demais, né?

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