Identificadas as duas vítimas de triplo homicídio que estavam desaparecidas na Ilha do Pavão - Polícia

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Crime no Arquipélago02/11/2014 | 13h20

Identificadas as duas vítimas de triplo homicídio que estavam desaparecidas na Ilha do Pavão

Os corpos de Douglas Henrique Alexandre de Almeida, 13 anos, e Abdiel Douglas Machado de Campos, 20, foram encontrados na manhã de sábado, quatro dias após terem sido executados

Identificadas as duas vítimas de triplo homicídio que estavam desaparecidas na Ilha do Pavão Diego Vara/Agencia RBS
Na sexta-feira, Brigada Militar intensificou o policiamento nas ilhas Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Quatro dias depois de um possível triplo homicídio na Ilha do Pavão, onde apenas um corpo havia sido encontrado até então, foram localizados, às 9h30min de sábado, os corpos dos outros dois jovens que teriam sido mortos junto com Isaac da Silva Duarte, 24 anos, na terça-feira passada. Identificados pela Brigada Militar como Douglas Henrique Alexandre de Almeida, 13 anos, e Abdiel Douglas Machado de Campos, 20, eles estavam submersos no rio a cerca de 30 metros do final do Beco A, onde os rapazes teriam sido executados.

Apesar de estarem em estado de decomposição, segundo a BM, era possível notar que tinham perfurações por disparo de arma de fogo por todo o corpo, incluindo costas, peito e cabeça.

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Conforme o comandante 9º BPM, major Francisco Vieira, a mãe de uma das vítimas confirmou que o filho estava na casa de Isaac na terça à noite.

– A mãe do Douglas disse que eles moram na Ilha dos Marinheiros e que o filho tinha ido visitar o amigo. Já o Abdiel ninguém apareceu até agora para reclamar o corpo, e a única informação que temos é de que estaria morando no Jardim Algarve, em Alvorada. Ao que tudo indica, os três estavam dentro da casa do Isaac quando foram executados e, depois, arrastados para o rio – apontou o oficial.

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A Brigada encontrou as duas vítimas depois que uma moradora do local ligou para a polícia informando onde estavam os corpos. Segundo o comandante do 9º BPM, a comunidade do Arquipélago, apesar de temorosa, tem colaborado com a polícia.

– Temos recebido muitas ligações com as mais variadas informações, desde tiroteios até possíveis paradeiros dos marginais. Mas, até agora, nenhuma confirmada. Ainda assim, é muito importante que as pessoas continuem contribuindo, por meio de denúncias que podem ser feitas via 181 ou 190. Ninguém precisa se identificar e pode ligar de qualquer telefone – destaca o major Francisco.

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