Discurso afinado
Luciano Périco: o favoritismo que não pode jogar contra o Brasil
Seleção Brasileira enfrenta o Japão para chegar às oitavas de final do Mundial


Não há qualquer declaração fora do tom vinda da Seleção Brasileira. Respeito total ao Japão. Postura correta. Discurso afinado. Só que é preciso ter noção do favoritismo do Brasil. Não deve alimentar qualquer tipo de soberba. Isso pode ser fatal.
Ser eliminado antes das oitavas de final será um grande fracasso, por mais que o rival viva seu melhor momento. Fica a impressão de que derrotas passadas serviram de lição.
Na história de 14 partidas, os japoneses tem apenas uma vitória sobre o Brasil. Justamente no último confronto, em 2025.
Em campo, é clara a evolução do time de Carlo Ancelotti durante o Mundial. O crescimento vem ocorrendo na hora certa. Há uma sinergia evidente com a torcida.
A escalação deve ser repetida com Rayan como titular na frente. Neymar pode jogar mais de 15 minutos. O italiano falou em evolução física do camisa 10. Foco total significa erro zero.
Passando pelos japoneses, o Brasil de Carletto encara a Noruega de Haaland ou a força física de Costa do Marfim. Não parece tarefa fácil para os brasileiros. Mas poderia ser bem pior se tivesse de encarar a Holanda. Acabou a brincadeira. Quem perder, volta para casa.
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