Piano nas costas
Luciano Périco: a pressão que o Brasil vai encarar contra a Noruega
Seleção Brasileira joga tudo contra os noruegueses neste domingo (5) no MetLife


Todo o peso de passar para as quartas de final está nas costas do Brasil. Ser o único pentacampeão e o fato de nunca ter ficado fora de uma Copa do Mundo sempre colocam a pressão para não aceitar qualquer resultado.
Já o time da Noruega entra no gramado do MetLife como franco-atirador. Isso pode ser um grande problema para Carlo Ancelotti administrar na cabeça dos atletas.
Além disso, o Brasil não vence um europeu em matas desde 2002, quando ganhou o título da Alemanha. Se perder, por mais que a qualidade dos noruegueses seja muito reconhecida, será considerado um fracasso da equipe cair nessa fase do Mundial.
Em contrapartida, o outro lado está muito confiante. Haaland é um dos protagonistas do torneio.
Na história dos confrontos, em quatro deles, a Noruega nunca perdeu para o Brasil. Duas partidas terminaram empatadas. Portanto, com todos os sinais, é fundamental botar as barbas de molho e jogar com toda a atenção.
Óbvio, que o Brasil não pode entrar em campo pensando apenas em se defender. Também não acredito que a Noruega vai se jogar para cima da Seleção Brasileira.
A escolha mais equilibrada para o lugar de Lucas Paquetá é Danilo Santos. Mas sabendo dos critérios de Carlo Ancelotti, a definição vai ser Gabriel Martinelli. O jogador do Arsenal tem a seu favor o gol salvador contra o Japão.
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