Baita final
Luciano Périco: difícil apontar favoritismo na final da Copa do Mundo
Argentina e França se enfrentam no domingo (19), no MetLife, em Nova Jersey


Chegou a hora gigante! Depois de sete partidas, Argentina e Espanha chegam para decidir o título da Copa do Mundo com toda a legitimidade. Cada um com a sua caminhada.
Os argentinos passearam na fase de grupos com três vitórias em uma chave tranquila encarando Áustria, Argélia e Jordânia. A partir da segunda fase, cada classificação conquistada veio na base da superação máxima. Sem querer usar chavão, uma equipe que joga com o coração na ponta da chuteira.
Cabo Verde, Egito, Suíça e Inglaterra acabaram ficando pelo caminho, superados pela qualidade e garra dos hermanos. Jogos emocionantes com viradas épicas. Um time que além da alma, conta ainda com um atleta diferenciado. Uma nova conquista da Argentina vai passar pelo desempenho de Messi.
A resiliência espanhola
A Espanha oscilou durante o Mundial. Largou sob muita desconfiança, após o empate com Cabo Verde. Mas antes da bola rolar, os espanhóis também eram apontados com uma das equipes favoritas ao lado da França e da Argentina. Nas classificações contra Portugal e Bélgica, o volante Merino foi o coadjuvante que assumiu a função de protagonista, marcando gols decisivos.
A grande atuação da equipe de Luis De La Fuente só veio justamente no confronto com os franceses, apontado como uma final antecipada. Conseguiu amarrar toda a qualidade de Mbappé, Olise e Dembélé. Chega com moral para definir o titulo e buscar o bicampeonato.
Difícil fazer uma projeção. Como palpitei durante toda a Copa, óbvio que não vou pipocar na final. Acredito que o título vai ficar com os argentinos. Vitória por 2 a 1.
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