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SORTEIO DE 25 ANOS DO DG

Apartamento em canoas é entregue à ganhadora

Aos 70 anos, Sueli Melo da Silva recebeu o imóvel conquistado na promoção de aniversário do Diário Gaúcho

09/02/2026 - 09h56min


Josyane Cardozo*
Josyane Cardozo*
Assistente de conteúdo
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“Nem acreditei. Acho que agora, vendo, parece real”. A frase resume a emoção de Sueli Melo da Silva, 70 anos, moradora do bairro Cascata, na Capital, ao conhecer de perto o apartamento que ganhou no sorteio especial de 25 anos do Diário Gaúcho. A entrega do prêmio foi realizada na manhã da última sexta-feira, pela equipe do jornal.

O imóvel, da Open Construtora, fica no centro de Canoas e foi sorteado no dia 17 de dezembro de 2025, em uma ação comemorativa do aniversário do jornal. Copeira há quase 20 anos, Sueli se viu diante de uma mudança inesperada em sua rotina.

A visita ao condomínio foi marcada por emoção e euforia. Acompanhada da filha mais nova, Karen Melo, 30 anos, fisioterapeuta, e da neta Larissa Silva dos Santos, 20, Sueli percorria os espaços destacando um sonho antigo: ter um apartamento próprio.

— Foi impressionante. Eu me apaixonei. Achei o condomínio enorme, tudo muito bonito: piscina, quadra de futebol, churrasqueira. É tudo lindo, lindo mesmo — comentou.

O condomínio conta com salão de festas, playground, piscina, quadra poliesportiva, espaço gourmet, minimercado e vaga de estacionamento, reunindo estrutura completa para os moradores.

Leitora assídua do Diário Gaúcho, Sueli relata que o DG faz parte da sua rotina. O hábito de comprar o jornal, ler as notícias e resolver a cruzadinha acabou a levando, quase sem pretensão, à participação no sorteio. 

Entre mais de 45 mil cadastros, ela concorreu com três números da sorte, obtidos por meio das campanhas dos kits Mesa Mais Bonita, Forno e Festa e Fechou Todas, do Junte & Ganhe.

Confiança

O sonho do apartamento é vivido de forma coletiva pela família. Foi a filha mais nova, Karen, quem realizou o cadastro da raspadinha no site do Diário Gaúcho — um gesto simples que acabou mudando a rotina de todos. Ela lembra que, no momento do preenchimento, a confiança era tanta que não falava em possibilidade, mas em certeza.

— Eu lembro de fazer o cadastro e dizer: “Quando a gente ganhar”. Nunca foi: “Se ganharmos”. De certa forma, eu estava manifestando isso — brinca. 

Agora, a conquista passou a fazer parte das conversas em família, que se organiza para decidir os próximos passos

— A gente vai sentar com os filhos e fazer uma reuniãozinha para ver o que vai fazer. Se vou morar aqui ou se vou alugar — diz Sueli. 

Para Karen, a mudança representa uma virada importante na trajetória familiar:

— É uma mudança muito grande em relação a tudo o que a gente tinha antes. Ela sempre sonhou em ter um apartamento.

Quase foi um susto

Descontraída, Sueli conta como descobriu que havia sido a ganhadora e relembra que, no primeiro momento, o sentimento não foi apenas de alegria, mas também de medo. A copeira acreditou que a ligação para avisar sobre o prêmio poderia ser um golpe e precisou de ajuda até ter certeza de que a conquista era real.

— Eu estava numa parada de ônibus quando começaram a me ligar. Eu desligava porque achava que era golpe. Entrei numa lotérica e pedi para a moça ouvir a ligação comigo. Eu dizia: “se for golpe, tu me avisa”.

Comemoração

A confirmação só veio depois da insistência e da checagem no site do Diário Gaúcho. Mesmo assim, a ficha demorou a cair.

— Eu sou muito pé no chão, só acredito vendo. Mesmo depois da ligação, fiquei com o pé atrás. Só me tranquilizei quando vi o nome dela no site — relembra Karen.

Após a checagem, o clima mudou completamente. No trabalho, a notícia se espalhou rápido, e virou comemoração.

— Depois que ela teve certeza de que não era golpe, foi uma alegria enorme. No trabalho, ela pulava de felicidade e contou para todo mundo. Foi um momento muito emocionante — conclui a filha.

*Com orientação e supervisão de Lis Aline Silveira

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