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Proteção 

Saiba como se proteger de ataques virtuais com o modo de segurança do WhatsApp 

Plataforma começou a liberar a atualização nesta terça-feira (27)

01/02/2026 - 16h30min


Zero Hora
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FellowNeko/stock.adobe.com
O WhatsApp liberou um novo modo de segurança.

O aplicativo do WhatsApp começou a liberar, nesta terça-feira (27), um modo de segurança avançado para usuários que acreditam estar expostos ao risco de ataques cibernéticos. 

A atualização aumenta ao máximo o nível de proteção, mas limita alguns recursos da plataforma. Anexos, prévias de links e ligações de contatos desconhecidos são bloqueados automaticamente, por exemplo.

Além disso, apenas contatos podem ver informações como "visto por último" e "online", assim como adicionar o usuário a grupos.

Como ativar o modo de segurança

Para ativar a proteção, é preciso:

  •  Ir para "Configurações";
  • Acessar "Privacidade";
  • Clicar em "Configurações avançadas" ;
  • Habilitar a opção "Configurações rigorosas da conta".

Para quem serve a proteção

Em nota para o g1, o Whatsapp informou que o modo de segurança é voltado para pessoas como jornalistas e figuras públicas que "podem precisar de proteções extremas contra ataques cibernéticos raros e altamente sofisticados".

A empresa reiterou que o recurso "foi desenvolvido para os poucos usuários que podem ser submetidos a esse tipo de ataque" e que ele deve ser ativado "apenas se você acreditar que pode ser alvo de uma campanha cibernética sofisticada", pois "a maioria das pessoas não é visada por esses ataques".

O aplicativo também implementou uma linguagem de programação, a Rust, para proteger fotos, vídeos e mensagens de programas espiões.

"Desenvolvimento muito bem-vindo"

John Scott-Railton, pesquisador do Citizen Lab da Universidade de Toronto, afirmou à Reuters que o anúncio do WhatsApp é "um avanço para a segurança digital". Ele classificou a novidade como um "desenvolvimento muito bem-vindo".

O especialista acredita que o recurso será vital para proteger ativistas e dissidentes políticos ao redor do mundo. Além disso, Scott-Railton expressou a esperança de que a iniciativa "pressione outras gigantes da tecnologia a elevarem seus padrões de proteção", incentivando o setor a seguir o exemplo do aplicativo.


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