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Rio Grande do Sul entra em categoria de risco por aumento de casos respiratórios

Vírus da Influenza A segue com maior circulação no território gaúcho, causando casos graves e hospitalizações 

22/05/2026 - 08h02min


Lisielle Zanchettin
Lisielle Zanchettin
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André Ávila/Agencia RBS
Aumento de notificações ocorre em praticamente todos os Estados do país.

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em crescimento no Rio Grande do Sul. Diante da situação, o Estado entrou na categoria de risco. A informação consta no novo boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (21), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Conforme os pesquisadores, isso aponta que os casos respiratórios estão em patamares elevados. Em 7 de maio, a situação era de alerta. Porém, com o crescimento das notificações, o cenário mudou. 

De acordo com o painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde (SES), 408 pessoas foram hospitalizadas devido a questões respiratórias entre os dias 10 e 16 de maio — semana epidemiológica 19. 

O boletim aponta que o vírus da Influenza A segue com maior circulação no território gaúcho, causando casos graves e  hospitalizações. Também há incidência do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).

O aumento de notificações ocorre em praticamente todos os Estados do país, com exceção de Rondônia. Entre as capitais, Porto Alegre também aparece com crescimento das doenças.

Até o momento, o Rio Grande do Sul já registrou 237 mortes por síndromes respiratórias. A vacina é a maneira mais eficaz de combate aos casos graves. O imunizante aplicado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é destinado para grupos prioritários e protege contra três cepas da influenza. 



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