Em crescimento
Rio Grande do Sul entra em categoria de risco por aumento de casos respiratórios
Vírus da Influenza A segue com maior circulação no território gaúcho, causando casos graves e hospitalizações


Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em crescimento no Rio Grande do Sul. Diante da situação, o Estado entrou na categoria de risco. A informação consta no novo boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (21), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Conforme os pesquisadores, isso aponta que os casos respiratórios estão em patamares elevados. Em 7 de maio, a situação era de alerta. Porém, com o crescimento das notificações, o cenário mudou.
De acordo com o painel de monitoramento da Secretaria Estadual da Saúde (SES), 408 pessoas foram hospitalizadas devido a questões respiratórias entre os dias 10 e 16 de maio — semana epidemiológica 19.
O boletim aponta que o vírus da Influenza A segue com maior circulação no território gaúcho, causando casos graves e hospitalizações. Também há incidência do Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
O aumento de notificações ocorre em praticamente todos os Estados do país, com exceção de Rondônia. Entre as capitais, Porto Alegre também aparece com crescimento das doenças.
Até o momento, o Rio Grande do Sul já registrou 237 mortes por síndromes respiratórias. A vacina é a maneira mais eficaz de combate aos casos graves. O imunizante aplicado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), é destinado para grupos prioritários e protege contra três cepas da influenza.