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Redução de filas

Telemedicina em prontos atendimentos de Porto Alegre: veja como vai funcionar e onde

Três unidades da Capital vão participar de projeto-piloto entre prefeitura e Hospital Moinhos de Vento

01/07/2026 - 09h51min


Maria Stolting
Maria Stolting
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Leandro Rodrigues/Agencia RBS
Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul será o primeiro a contar com a novidade.

Moradores de Porto Alegre que buscam assistência em três prontos atendimentos (PAs) da Capital poderão optar pela realização de consulta médica via telemedicina.

O novo modelo vai ser destinado para atendimentos não urgentes, a partir de julho. A iniciativa busca reduzir as filas e o tempo de espera nos PAs.

A medida é uma parceria entre a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e o Hospital Moinhos de Vento, assinada na manhã desta terça-feira (30).

Participaram do ato o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo; o secretário municipal da Saúde, Fernando Ritter; o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini; e a superintendente de Estratégia e Mercado da instituição de saúde, Melina Schuch.

Maria Stolting/Agencia RBS
Documento foi assinado nesta manhã no auditório do Hospital Moinhos de Vento.

Projeto-piloto

Onde

O projeto-piloto iniciará no PA Cruzeiro do Sul.

Depois, será expandido para os PAs Lomba do Pinheiro e Bom Jesus.

Quando

As primeiras consultas estão previstas para o mês de julho, ainda nesta semana, segundo a prefeitura.

Objetivo

A medida busca evitar filas e reduzir o tempo de espera de pacientes, especialmente nos horários de maior demanda.

Como será

O atendimento ocorrerá em salas equipadas com internet e computadores no interior dos próprios PAs.

— Em vez de ficar esperando um médico, a pessoa será convidada a experimentar uma telemedicina, com um médico que estará no Hospital Moinhos de Vento. Aceitando o atendimento, ela é encaminhada, e um técnico de enfermagem acompanha o processo no caso de o médico solicitar algum tipo de auxílio — explica Ritter.

Quem será atendido

O atendimento remoto será destinado a pacientes classificados como não urgentes ou pouco urgentes por meio do "Protocolo de Manchester", um sistema de triagem que classifica os pacientes por nível de gravidade, priorizando o atendimento pela urgência médica e não pela ordem de chegada.

— Durante seis horas por dia, a gente vai destacar o atendimento para  pacientes de baixa complexidade. Dá para fazer muita coisa com tecnologia, e a gente quer fazer mais — pontua Parrini.

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