Noveleiros
Michele Vaz Pradella: Lázaro Ramos impressiona com seu primeiro vilão em "A Nobreza do Amor"
Jendal já mostrou que é capaz das piores atrocidades na nova trama das seis


Nova trama das seis, A Nobreza do Amor estreou esta semana com cenas impressionantes. A fotografia, o cenário do reino de Batanga, os figurinos, tudo é de encher os olhos. Mas o que mais chamou a atenção desde as primeiras cenas foi a atuação de Lázaro Ramos como Jendal, um vilão que mostrou ser capaz de tudo, inclusive trair o rei e tomar o poder à força. Quando ainda fingia estar do lado de Cayman II (Welket Bungué), Jendal expressava a cobiça e o ressentimento no olhar. Já dava para saber que vinha muita maldade por aí.
É preciso ser muito bom para ser mau. Lázaro Ramos, mais acostumado com os mocinhos e com a comédia, encarna seu primeiro vilão na telinha, e é como se tivesse feito maldades ficcionais desde sempre. Jendal é detestável, não há nada que se salve em seu caráter. E se, na vida real, Lazinho esbanja simpatia e carisma, é só vestir o figurino de seu personagem para que sintamos nojo e tenhamos vontade de pular no pescoço dele. Não que o ator precisasse de um vilão no currículo para provar seu talento, pelo contrário, Jendal é a coroação – com perdão do trocadilho – de uma carreira vitoriosa por si só.
Vem aí

Jendal não carrega toda a maldade da novela sozinho. Em Barro Preto, cidade do nordeste brasileiro, é Mirinho (Nicolas Prattes) quem promete aprontar poucas e boas. Típico playboy conquistador, que sempre teve de tudo na vida, será mais uma pedra no caminho da princesa Alika (Duda Santos).