Noveleiros
Michele Vaz Pradella: estrelas que foram esquecidas no "Melhores do Ano"
Premiação foi ao ar no dia 29 de março, no "Domingão com Huck"


Tradicionalmente exibida em dezembro, a premiação dos Melhores do Ano no Domingão com Huck foi ao ar no domingo passado, coroando Três Graças como a melhor novela, troféu mais do que merecido. Grazi Massafera, Murilo Benício e Alana Cabral levaram os troféus de melhor atriz, melhor ator e revelação, respectivamente. O que me chamou a atenção, no entanto, foram algumas ausências de nomes que mereciam figurar pelo menos entre os finalistas.
Sophie Charlotte, arrebatadora como Gerluce, merecia muito estar na categoria melhor atriz, mas se não esteve presente, foi muito lembrada pelos colegas de elenco, diretor e autores de Três Graças. Também gostaria de ter visto entre as finalistas os nomes de Carol Castro, impecável como Clarice em Garota do Momento, e Claudia Abreu, impressionante em Dona de Mim como Filipa.
Entre os atores coadjuvantes, Xamã merecia um espaço por sua atuação como Bagdá, em Três Graças, o “bandivo” que conquistou o Brasil. Na mesma categoria, Cauê Campos, o Basílio de Garota do Momento, poderia ter estado entre os indicados. Como atriz coadjuvante, eu acrescentaria Giovanna Lancellotti, que teve cenas complexas e viscerais na pele de Kami em Dona de Mim.
Faltou
Uma categoria que não existe mais e que faz falta é a de ator ou atriz mirim. E 2025 teve vários pequenos grandes talentos que mereciam ser lembrados, como a fofíssima Elis Cabral, a Sofia em Dona de Mim, Isabelly Carvalho e Davi Malizia, Anabela e Samir em Êta Mundo Melhor!.