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Saúde

Zé Felipe revela vício em remédios: "Tomava para agitar, dormir, acordar e piscar"

Cantor buscou acompanhamento médico e colocou chip de testosterona para contornar quadro de saúde

23/04/2026 - 12h58min


Zero Hora
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Instagram / @zefelipe/Reprodução
Zé Felipe, 27 anos, lidou com um vício em remédios, crises de ansiedade e episódios depressivos.

O cantor Zé Felipe revelou, durante participação no Podcats, podcast da influenciadora Camila Loures, que passou por um período marcado por vício em medicamentos, crises de ansiedade e episódios de depressão.

O cantor disse que usava os remédios para “fugir de uma realidade” e tentar “mascarar” determinados sentimentos. Segundo Zé Felipe, o vício alterou índices hormonais e afetou sua saúde.

— O que me lascou, que fez tudo abaixar, foi a quantidade de remédio. Estava tomando muito remédio para agitar, para dormir, para acordar, para piscar — disse o artista de 27 anos.

Ao perceber os efeitos colaterais do uso excessivo de medicamentos, o cantor disse que passou a refletir sobre a própria vida, especialmente ao pensar nos filhos. Ele tem três filhos com a influenciadora Virginia Fonseca, 27, com quem foi casado por quatro anos.

— Estava muito viciado em remédio. Eu tomava 10 comprimidos para dormir. Aí, um dia, tomei, me olhei no espelho e meu olho começou a virar — relembrou. — (Eu pensei) Meu Deus, tenho três filhos. O que que estou fazendo da minha vida? — completou.

Na mesma época, Zé Felipe recebeu a notícia de que seus níveis de testosterona estavam baixos e o cortisol, alto. Para contornar o quadro, ele fez um implante subcutâneo de testosterona, assunto que também comentou no Podcats. Mesmo após superar o vício, o cantor continua com o chip.

Zé Felipe relembrou que já sofreu crises de ansiedade e pânico em momentos importantes da carreira, como ocorreu após um show em Belo Horizonte, e, em outra ocasião, durante uma apresentação no Ceará. 

Segundo ele, agora está com acompanhamento médico e reconhece a importância da terapia, além de destacar as atividades físicas na manutenção da sua saúde mental.

— O homem, às vezes, tem preconceito com terapia e preconceito de ir a um psiquiatra. Eu falo: vou a um psiquiatra. A terapia é maravilhosa, mano — destacou.

Assista ao episódio do Podcats

*Produção: Laura Bender

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