Grêmio



Paixão Tricolor

Cacalo: Genética de clube

21/11/2012 - 07h38min

Atualizada em: 21/11/2012 - 07h38min


Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins
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Além de ídolo, Renato também foi técnico do Grêmio

Não quero divergir dos clubes que tratam seus supostos ídolos com profissionalismo, às vezes até exagerado, ao contrário de outros românticos, que ainda acreditam em ídolos, que não se destroem e ficam perenizados. São diferentes e singulares os tratamentos dispensados por alguns times, enquanto instituições, a determinados ídolos.

Reconheço que a grande maioria dos torcedores também diverge de eventuais dirigentes, que processam judicialmente ídolos, que discutem publicamente e cortam relações com ídolos. Enfim, que não mantem muita afinidade com alguns que em tempos passados lhes deram glórias, sempre sob o argumento do profissionalismo.

Manias

Romário processou o Vasco. Zico foi demitido com acusações do Flamengo. Há muitos outros exemplos bem vivos e bem próximos, de atletas, outrora idolatrados e que atualmente, por terem passado o seu tempo de atletas, são tristemente esquecidos. Alguns até perambulando por clubes de pouca expressão, sonhando com reconhecimento por parte de antigos empregadores, porque assim são tratados, ou seja, uma simples questão de empregados e empregadores.

Particularmente, me regozijo, e posso estar equivocado, em reverenciar ídolos gremistas da minha juventude e até alguns mais recentes, como Alcindo, Airton, Iúra, Jardel, Paulo Nunes, Danrlei e o eterno Renato Portaluppi, além de outros tantos. Mas cada um com suas manias.


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