Grêmio



Paixão Tricolor

Cacalo: Ao Chile

11/04/2013 - 07h37min

Atualizada em: 11/04/2013 - 07h37min


Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins
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Houve reversão de expectativa ontem, na Arena. O Grêmio se preparou para o jogo, ensaiou as situações e se armou para ganhar e encaminhar a classificação.
Mas não foi uma noite boa para o Tricolor. Mesmo antes da expulsão de Cris, o time havia produzido pouco, em nenhum momento foi incisivo e ameaçou o goleiro Diego Cavalieri.

A expulsão de Cris é um capítulo à parte na noite de apreensão na Arena. Um jogador experiente, com 35 anos, nove anos de Europa e uma Copa do Mundo no currículo não poderia ser expulso daquela forma. Cris fez falta, tentou acertar o adversário e, mesmo depois de o árbitro apitar, atingiu-o com violência.

A perda de um jogador a poucos instantes do intervalo mudou o panorama da partida e fez com que o time se superasse para evitar um prejuízo maior.

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Bom, as atenções dos gremistas se dirigem para a distante Talcahuano, onde quinta-feira enfrentamos  o Huachipato. Localizada a 500km ao sul de Santiago, a cidade é polo da siderurgia e sede da CAP (Companhia Atlântica do Pacífico), a maior siderúrgica do país.

Tudo na cidade gira em torno da CAP. É ela quem banca o Huachipato. O clube é a diversão dos funcionários da CAP. Serve para que a vida na cidade não se resuma à usina. O estádio, que comporta 10 mil pessoas e foi reinaugurado em setembro de 2009 depois de terremoto, é CAP, em homenagem à empresa. É lá que se decide tudo quinta-feira.


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