Grêmio



Paixão Tricolor

Cacalo: Arena gremista

12/04/2013 - 08h39min

Atualizada em: 12/04/2013 - 08h39min


Política da terra arrasada não é comigo, e essa história de que a Arena é um campo neutro é balela de quem não acompanhou o jogo entre Grêmio e Fluminense, quarta-feira. No primeiro tempo, o time jogou mal, e a torcida estava apática. Mas isso acontecia no Olímpico também.

Na segunda etapa, diante da dificuldade de garantir o empate com um homem a menos, não teve quem ficou sentado, todos incentivando e gritando durante 45 minutos.

O problema é que cada gremista que entra na Arena passa por situações de constrangimento que dificultam a concentração no espetáculo. E isso não acontecia no Olímpico.

Constrangimento

Em pouco tempo de casa nova já passei por situações constrangedoras e presenciei muitas outras.

Na decisão da pré-Libertadores, fui revistada de uma maneira grosseira, apertada e tratada como uma criminosa. Contra o Cerâmica, fui acusada de "depredar o patrimônio do Grêmio" ao encostar o pé no encosto da cadeira em frente à minha.

Quanto a outros torcedores, vi gente ter suas bandeiras arrancadas e jogadas no chão. Bolsas foram reviradas sem o menor cuidado. Muitos também foram tratados como criminosos por apenas querer ver um jogo de futebol.

Não pode tirar a camisa. Não pode ficar em pé. Não pode encostar o pé na cadeira. Construíram um estádio de futebol ou uma igreja, afinal de contas?


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