Paixão Tricolor
Cacalo: O barulho do silêncio
Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra


Segue repercutindo muito o silêncio barulhento do Grêmio depois da desclassificação da Libertadores. Percebam os leitores que começo essa coluna de hoje, já no título, da forma que encerrei aquela de segunda-feira.
Não quero fazer nenhum tipo de crítica ao tal silêncio, na medida em que penso que o clube vive uma situação que deve ser avaliada com muito bom senso, com muito senso crítico. Mas também com muita seriedade e tolerância, para que os prejuízos não sejam maiores do que os que já ocorreram.
Já escrevi e falei: em relação à simples saída do técnico, o que interessa é o resultado desse afastamento. E chamo de simples essa saída porque para afastar um profissional não é necessário muita formalidade.
Sem adiamento
Como a situação permanece a mesma desde o jogo com o Santa Fe e, para quem está distante é muito difícil uma avaliação consistente, penso que o presidente deve adotar um posicionamento de surgimento de fato novo. Aliás, penso que não deva ser um fato novo, mas novíssimo, de modo a remobilizar os profissionais, os torcedores e a própria direção. Respeitando, com alguma reverência até, o modelo de gestão de futebol do Grêmio.
Mas o errado posso ser eu, exatamente pelo fato de estar distante dos acontecimentos diários. Esses, para mim, serão decisivos. Talvez até mais do que contratações e escalações. Mas, quando chega a hora, as decisões tem quer adotadas em benefício do clube. E não podem ser adiadas.