Paixão Tricolor
Cacalo: Craque é craque


A atuação da Seleção foi rigorosamente de nível médio. Jogando com três atacantes, dois ponteiros abertos com pouca participação em movimentação pelos outros setores do campo e com três meio-campistas, o time de Felipão vinha sendo dominado pelos mexicanos na segunda etapa.
Novamente, um gol no início da partida, ajudou, e muito, a desestabilizar o adversário. O outro, no finalzinho, matou de vez os mexicanos. Mas, sem ser muito crítico, não gostei da atuação. Porém, em face do resultado final, vou atribuir nota sete à Seleção Brasileira.
A impressão que tenho é de que o consagrado Luiz Felipe está com receio de ser chamado de defensivista e joga com muito pouca marcação no meio-campo. Assim, proporciona espaço aos adversários e conta sempre com a genialidade de Neymar para resolver o jogo. Como ele, realmente resolveu, mais uma vez resolveu.
Jogadas geniais
Contra um adversário mais forte, faltará marcação no meio. Acredito que contra uma Itália e, principalmente, a Espanha, Felipão, fatalmente, terá que reavaliar o sistema tático para dar lugar a outro meio-campista. No caso, Hernanes ou até mesmo Fernando.
Na minha visão, ficaria Oscar no time e sairia Hulk. Fred tem estado ausente, com pouca movimentação. Mas valeu o resultado e, mais do que nunca, assistir às jogadas geniais e decisivas do craque Neymar.
Quem sabe, sabe. Não adianta mandar contra.