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Paixão Tricolor

Cacalo: É bom esse Felipão

Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra

27/06/2013 - 07h32min

Atualizada em: 27/06/2013 - 07h32min


Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins
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Concordo que o Brasil jogou uma boa partida. O que também aconteceu com os uruguaios que, pelo seu estilo, até não mereciam a derrota. Ainda mais da forma como aconteceu, nos minutos finais, quando tudo se encaminhava para a prorrogação.


Tudo de bom que aconteceu no jogo foi na segunda etapa, salvo o primeiro gol brasileiro, em um extraordinário passe de Paulinho e a superdefesa de Julio César no pênalti mal cobrado por Forlán.


Mas, logo após o empate uruguaio, em jogada de Cavani, outro craque em campo, e, principalmente, depois das mexidas de Felipão, o Brasil tomou conta do jogo. A partir disso, até pode ter feito por merecer o resultado positivo. Foi um grande jogo, muito parelho, com estratégias diferenciadas. Ambos jogaram com personalidade e vontade.


Sorte dos bons


Inegavelmente, o Brasil sempre teve a iniciativa, mas com respostas dos uruguaios, que também têm grandes jogadores. Paulinho teve excepcional atuação em todos os setores do campo, participou dos dois gols e, com Neymar, também decisivo nos gols, foram os melhores do Brasil. Depois deles, veio Luiz Gustavo.


Cavani, Cristían Rodríguez, um operário de qualidade, e o extraordinário zagueiro Godin foram os destaques uruguaios. Algumas estrelas decepcionaram, mas prefiro referir os melhores.


Cá entre nós, tem sorte esse Felipão. Aliás, a sorte acompanha os bons e os competentes.


Parabéns, Brasil.


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