Paixão Tricolor
Cacalo: Reflexão

Depois de assistir ao jogo do Grêmio contra o Corinthians, passei a ter uma preocupação extra em relação às futuras partidas do Tricolor. Pensava que, aos poucos, e com mais treino, a equipe teria muita chance de deslanchar. Inclusive, escrevi sobre isso antes desse último jogo.
Foi decepcionante a atuação de quarta-feira, no Pacaembu. Em 90 minutos, o Grêmio deu apenas dois chutes a gol. Ainda assim, para fora e por parte do lateral Alex Telles.
Houve também uma cabeçada de Riveros na trave e ficamos por aí. Perdemos por 2 a 0 sem que o adversário tenha feito uma grande partida.
Síndrome
Se pudesse conversar com Renato Portaluppi, sugeriria que dividisse o time em setores e treinasse especificamente cada um deles para somente depois juntá-los e promover o treino de conjunto.
Parece uma equipe que não se conhece, com setores estanques. A zaga dando bico pra frente, o meio sem articulação nem criatividade, jogando por si, e o ataque totalmente desassistido.
Mas, agora, a contradição: há bons jogadores em todos os lugares da equipe, Renato já mostrou sua capacidade de fazer um time jogar, como fez com o próprio Grêmio em 2010.
Assim, fica a reflexão que decorre na pergunta: que tipo de síndrome ocorre com o Tricolor já que nada dá certo?
Isso tudo sem falarmos nas lesões, suspensões e no STJD.