Grêmio



Paixão Tricolor

Cacalo: Casas modernas para a dupla Gre-Nal

Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra

23/01/2014 - 09h23min

Atualizada em: 23/01/2014 - 09h23min


Cacalo Silveira Martins
Cacalo Silveira Martins
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Recebo inúmeros e-mails e manifestos sobre o contrato e as normas que estabelecem a parceria entre o Sport Club Internacional, a Andrade Gutierrez e a Brio, a empresa criada para gerir a reforma e o estádio depois de pronto. Todos esses fazem relação ao que foi estabelecido e criticado diante do Grêmio e da sua nova casa, a Arena.


É lógico que, antes mesmo de qualquer verificação legal, todos nós já sabíamos que qualquer que fosse o negócio, reforma ou nova construção, não haveria a menor possibilidade se não fosse acompanhada de uma outra empresa disposta à execução e à rentabilidade futura.


Pavilhão


Fora o comparativo da modernidade, novo ou remendado, coberto ou com lona, é certeiro que ambos os clubes têm seus respectivos estádios, Arena e Beira-Rio seguros e próprios daqui para sempre.


As administrações que surgirem nos próximos anos terão o desafio de tocar e alimentar com criatividade esses grandiosos monumentos vivos da atualidade.


Para que cessem as dúvidas, estão, sim, os dois clubes grandes da Capital enredados em questões financeiras que os deixam atrelados a terceiros. Mas é assim que é.


E, para quem um dia trocou um pavilhão por um craque, nada mais assusta ou mete medo.


Para quem não lembra, nos anos 50, o Grêmio trocou um pavilhão da Baixada, seu antigo estádio, por Airton, craque de bola do Força e Luz.


Se o Aírton foi nosso, a Arena, nem se fala!


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