Paixão tricolor
Cacalo: mudanças insignificantes no Grêmio
Elas envolvem profissionais que, em tese, não tiveram nenhuma participação na queda à Série B


Por óbvio, tenho que expressar aqui na coluna a minha opinião acerca de fatos, em especial aqueles acontecidos no âmbito do Grêmio. Sei da dificuldade de trabalho dos dirigentes do departamento de futebol e, mesmo com algumas divergências, preciso respeitar suas atividades.
Tenho decisão formada no caso de rebaixamento à Segunda Divisão, até porque passei por situação semelhante quando assumi o departamento de futebol de uma equipe que vinha da Série B. Há poucos dias escrevi que, diante do que aí está, necessitávamos de uma boa reformulação. Infelizmente, não é o que estou vendo no Grêmio, até agora.
Não entro no mérito se este ou aquele profissional tem capacidade para trabalhar no clube. Penso que, neste momento, deveriam haver alterações para que não se enraizassem trabalhos perdedores, com todo o respeito aqueles que perderam. O que percebo são mudanças insignificantes, de profissionais que, em tese, não tiveram nenhuma participação na queda à Série B.
Houve mudanças na base, no auxiliar disso ou daquilo, no sub qualquer, mas no âmago da questão permanece a mesma situação. Repito, não entro no mérito da capacidade dos profissionais, que podem ser muito bons. As mudanças que entendo razoáveis dizem respeito, principalmente, ao espírito de quem trabalha. Precisamos de profissionais vencedores, com espírito campeão, que tragam confiança a equipe e aos torcedores