Paixão tricolor
Cacalo: o cargo de vice de futebol é necessário
Função é importante entre pessoas inteligentes e que pensam exclusivamente no clube


O presidente Alberto Guerra organizou sua diretoria e no departamento de futebol colocou dois jovens experientes: Paulo Caleffi e Antonio Brum. A dupla permaneceu junta por pouco tempo, uma vez que Caleffi deixou de trabalhar para o Grêmio.
Entendi, à época, que ele poderia ser muito útil, mas por conhecer muito bem o presidente, acreditei que havia razões fortes para a saída do dirigente. Então, Brum assumiu a vice-presidência de futebol.
O novo dirigente tem se mostrado com um perfil de equilíbrio, dedicação plena ao clube e muito conhecimento de futebol. Tenho informações, inclusive, de que foi ele quem “descobriu” alguns jogadores. É homem de diálogo, tal qual o presidente, e penso que o vice de futebol poderia se valer dessa sua virtude para dialogar de forma mais intensa com o técnico Renato. Não estou afirmando que não há conversa entre eles. Mas apenas uma participação maior do dirigente.
Quero contrariar muitos especialistas, quando afirmam que a presença do vice de futebol não seria mais necessária. Garanto que o cargo é importante entre pessoas inteligentes e que pensam exclusivamente no clube.
Penso também que tanto Caleffi quanto Brum exerceram muito bem esta atividade juntos e, agora, o vice de futebol, tem mais poderes para participar da solução de dificuldades que a equipe apresenta junto ao técnico Renato. Antonio Brum é um dirigente de ideias claras e de muito futuro, pois tem inúmeras virtudes para o cargo.