Paixão Tricolor
Queki: se não for sofrido, não é Grêmio
Precisamos melhorar muito, pois o time ainda está bem longe de passar confiança ao torcedor


Ufa! Que a gente imaginava que seria no sufoco, era verdade, mas não precisava tanto, né? Que loucura! Repetimos a semifinal do ano passado, quando levamos a partida para os pênaltis. O tripé de volantes com Dodi, Arthur e Noriega não funcionou. O Grêmio foi bastante burocrático, sem criação e pouca intensidade.
O Juventude fez um enfrentamento digno e vendeu caro essa classificação. Conseguiu um gol de pênalti no primeiro tempo, que dificultou muito a nossa vida. Na segunda etapa, Luís Castro foi para o tudo ou nada. Colocou Gabriel Mec e Enamorado, ficando com cinco atacantes em campo, mesmo que Pavon tenha ido pra lateral direita.
Aliás, é impressionante a entrega deste jogador. O argentino não desiste nunca. Mec fez a sua melhor partida com a camisa profissional do Grêmio. Ele entrou como um meia centralizado e mudou o jogo. No segundo tempo, o Tricolor teve volume e criou chances de gol. Ano passado havia sido Gustavo Martins, desta vez Viery fez o golzinho salvador, se redimindo do pênalti que fez na primeira etapa.
Precisamos melhorar muito, pois o time ainda está bem longe de passar confiança ao torcedor, mas a nossa obrigação fizemos. O Grêmio tinha que avançar, por investimento, tamanho de camisa e até mesmo para evitar uma crise já no início do ano. Agora é tirar aquela péssima impressão do primeiro Gre-Nal do ano.
Mas antes da final, temos uma partida importantíssima diante do Galo pelo Brasileirão. Porém, estamos vivos na busca pela taça do Gauchão!
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