Preocupante
Queki: um início de ano para acabar com a empolgação do torcedor do Grêmio
Quando tivemos embates um pouco mais fortes, fracassamos — e os desafios serão ainda maiores agora


O gremista começou a temporada bem otimista com as primeiras movimentações da direção. A vinda de Luís Castro para Porto Alegre animou a grande maioria da torcida. Eu fui uma das empolgadas, muito pelo trabalho que o português fez no Botafogo em 2023, mas também por explorar novas ideias, metodologia de trabalho e, principalmente, a utilização das categorias de base.
Pois bem, confesso para vocês que na última semana a minha empolgação se esfarelou. Tivemos três jogos com resultados duríssimos de engolir. Primeiro o Gre-Nal, depois a estreia no Brasileirão e agora o empate contra o Juventude no último minuto de jogo.
Eu sei que é início de trabalho e é preciso dar tempo ao tempo, mas dos sete jogos que fizemos em janeiro, perdemos três, vencemos três e empatamos um. Só que as nossas vitórias vieram contra Avenida, Guarany de Bagé e São Luiz. Quando tivemos embates um pouco mais fortes, fracassamos.
Não acho que seja 8 ou 80 e não quero ser radical, mas quero lembrar que os próximos jogos serão ainda mais difíceis, pois começa a fase de mata no Gauchão e fevereiro reserva Botafogo, São Paulo e Galo pelo Campeonato Brasileiro.
Penso que Luís Castro já tem o diagnóstico do motivo pelo qual levamos tantos gols e não estamos conseguindo produzir, agora é preciso encontrar as soluções. De preferência, o mais rápido possível.
Desfalques na decisão
Arthur e Pavon foram expulsos na partida contra o Juventude e não jogam as quartas de final do Gauchão. Não ter Arthur é um prejuízo enorme. Fica o questionamento: precisava realmente colocá-lo em campo no sábado em um jogo que não valia muita coisa?
Quer mais notícias e vídeos da dupla Gre-Nal, de futebol pelo mundo e de outras modalidades? Siga @EsportesGZH no Instagram e no TikTok 📲