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Queki: se o treinador escalar certo, talvez o Grêmio tenha mais chances neste Gre-Nal

Tirar Carlos Vinícius do time titular é um atentado contra o gol

26/08/2026 - 04h00min


Lucas Uebel / Grêmio FBPA
Alterações de Luís Castro no time não surtiram efeito positivo.

A primeira coisa que me irritou no Grêmio no final de semana, diante do Bragantino, foi a escalação feita por Luís Castro. O que mais chamou a atenção foi a ausência de Carlos Vinícius. 

Chegamos a questionar na pré-jornada da Rádio Gaúcha se poderia ser uma preservação para o Gre-Nal, já que o centroavante foi um dos que mais jogou na temporada. Mas não haveria motivos para poupar pela situação que vivemos no Brasileirão e, na coletiva, o treinador foi bem claro: foi uma opção técnica.

Tudo bem que Vini não marca há seis jogos e teve um desempenho ruim diante do São Paulo, na Arena. Mas ainda assim ele é, de longe, o jogador mais perigoso que temos no ataque.

São 18 gols na temporada, 21 se contar os amistosos. Além de ser o terceiro artilheiro no Brasileirão, com 10 gols. O vice-artilheiro do Grêmio é Amuzu, com 10 gols a menos que Carlos Vinícius.

Não tenho nada contra o Braithwaite, mas não tem o mesmo faro de gol que o seu concorrente. O dinamarquês, aliás, não marca desde o jogo contra o Palestino pela Sul-Americana, que foi em maio. Tem apenas quatro gols na temporada. 

Outro absurdo foi a escalação de Tetê no lugar de Pavon. Infelizmente, ele ainda não mostrou a que veio e não tem condições de ser titular. Bastou o argentino entrar no time para que a gente melhorasse minimamente.

Se Luís Castro não inventar moda como vem fazendo, talvez o Grêmio tenha uma possibilidade maior de sair vencedor nos clássicos da Copa do Brasil. 

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