Incertezas
Luciano Périco: o que mais chama atenção no trabalho de Luís Castro no Grêmio
Tricolor pega o Vasco na Arena precisando da vitória


A derrota para o Vitória trouxe de volta para o ambiente do Grêmio todas as dúvidas em relação ao trabalho de Luís Castro. O que mais chama a atenção é a falta de repertório do treinador para encontrar soluções com as carências do grupo.
O esquema é sempre o mesmo. No ataque dois homens pelos flancos e um centroavante. O que muda por vezes é a dinâmica do meio-campo. Dois volantes e um articulador ou três marcadores.
A maior ousadia do técnico gremista, que até deu certo na temporada, foi improvisar Pavon na lateral. De resto, mais do mesmo. As trocas no Barradão foram óbvias. Seis por meia dúzia.
Se Pezzolano no Inter é acusado de inventar e trocar a escalação toda a hora, Castro vai no oposto. É refém de um estilo de jogo que não tem desempenho e pouquíssimos resultados. Pura teimosia ou falta de ideias?
Aliás, apenas 10% de aproveitamento fora de casa é um número vexatório. Inexplicavelmente! É um trabalho muito ruim. Coisa de time que só vai brigar para escapar do Z-4 até o final do Brasileirão.
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