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Paixão Colorada

Kenny Braga: arbitragem

Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra

22/08/2012 - 09h55min

Atualizada em: 22/08/2012 - 09h55min


Torcida Gre-Nal vai estar preparada para o jogão do final de semana

Não me oponho a ideia de que um árbitro de outro Estado seja escolhido para dirigir o Gre-Nal do próximo domingo. Mas nada garante que ele seja totalmente protegido dos equívocos no decorrer da partida. Até porque não faltam no Brasileirão erros grosseiros de árbitros e bandeirinhas, como se viu no jogo de Santos e Corinthians.

A desconfiança de muitos torcedores é de que os novos atores da arbitragem no país, que substituíram colegas consagrados, ainda não estão técnica e psicologicamente preparados para o desempenho da espinhosa missão. Nada contra o árbitro daqui do Estado, mas gostaria mesmo que o escolhido fosse de fora para evitar que recaia sobre ele toda a pressão que precede o clássico Gre-Nal.

- Rigor da lei

A escolha do árbitro não é o mais importante. O que as pessoas de bom senso mais desejam é que o Gre-Nal seja disputado sem qualquer briga entre torcedores, dentro ou fora do Beira-Rio. Não se pode admitir que baderneiros irresponsáveis, que são uma minoria, mas com grande potencial de ódio, manchem com atos desatinados a história do nosso maior clássico.

Assim, força total para os soldados da Brigada Militar. Quem quiser agir à margem da lei, deve ser tratado com rigor indispensável. O que aconteceu antes e depois do jogo de Flamengo e Vasco, domingo no Engenhão, deve servir de alerta máximo aqui em nossas bandas.


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