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Paixão Colorada

Kenny Braga: Cota de sacrifício

02/10/2012 - 07h32min

Atualizada em: 02/10/2012 - 07h32min


Fernandão precisa organizar o time

Mais do que qualquer outra pessoa no Beira-Rio, o técnico Fernandão quer ver o Internacional apresentando um futebol à altura da fama e dos ganhos dos seus jogadores. Até porque a falta de resultados convincentes nunca afeta a estabilidade dos jogadores, mas do treinador, sempre o alvo principal das cobranças.

A verdade, porém, é que Fernandão não está conseguindo atingir seus objetivos. Quando parece que o time vai engrenar surge um ou outro problema para cortar o embalo. Quem poderia imaginar que um pouco antes do jogo contra o Cruzeiro, em Varginha, D'Alessandro sentiria desconforto muscular e, por decisão médica, seria poupado para não agravar a lesão?

Figurante

Sem o camisa 10, o time joga menos porque nenhum outro jogador do grupo capaz de ocupar sua posição tem suas qualidades. Mas será que o problema vai se repetir no jogo contra o Santos, na Vila Belmiro?

Se é verdade que se deve evitar o agravamento de lesões, não utilizando um jogador sem as melhores condições, também é certo que o time do Inter não pode se dar ao luxo de disputar uma partida enfraquecido. Neste momento, todos os jogadores, sem exceção, devem oferecer ao time sua cota de sacrifício.

Do contrário, o Inter continuará como simples figurante do Brasileiro no qual era até pouco tempo favorito para ficar com o título.


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