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Paixão Coloradas

Kenny Braga: Só boas intenções

01/10/2012 - 07h12min

Atualizada em: 01/10/2012 - 07h12min


Muriel fechou o gol colorado de qualquer jeito

Planos que não se concretizam morrem desacreditados. Dirigentes, técnico e jogadores do Inter só fazem planos não realizados para reagir no Campeonato Brasileiro. Nada de positivo acontece.

Sábado, contra o Cruzeiro, em Varginha, Interior de Minas Gerais, mais uma vez o Colorado tropeçou na dificuldade para fazer gols, consagrando a rotina dos empates. Apesar de estar com um time quase completo, a exceção de D'Alessandro, o Inter não passou de 0 a 0, sem avançar rumo ao G4. O futebol alvirrubro foi discretíssimo, sem atrativos para os colorados que tiveram paciência para ver o jogo até o seu final. Assim, é muito difícil para o torcedor acreditar na Libertadores de 2013.

Substituição inútil

Na verdade, o Inter correu sério risco de perder, mas teve a sorte de não assistir a Borges converter um pênalti no início da partida. Na primeira cobrança, anulada por invasão de área, ele marcou. Mas na segunda, o camisa 9 chutou para fora. Era o momento para o Colorado se agigantar. Isso não aconteceu.

Os chutes dos seus atacantes não tiveram a necessária pontaria. A bola foi para fora ou acabou nas mãos do goleiro Fábio. No segundo tempo, com Lucas Lima no lugar de Elton e, depois, com Jackson no de Índio, lesionado, o Cruzeiro atacou mais. E aí foi a vez de Muriel fechar o gol.

A substituição de Forlán por Cassiano, aos 45 minutos do segundo tempo, foi inútil. Não dá para entender uma troca feita quando o jogo já está quase acabando.


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