Inter



Paixão Colorada

Kenny Braga: Longe de casa

02/04/2013 - 07h54min

Atualizada em: 02/04/2013 - 07h54min


A agenda de compromissos do Inter assinala mudança significativa no decorrer da semana: deixa momentaneamente de lado os jogos do Gauchão e registra com especial interesse a estreia do time, amanhã, na Copa do Brasil. E não será uma estreia comum, menos em razão da força do adversário, o Rio Branco, do Acre, do que pela singularidade da situação vivida pelo Colorado entre o jogo de sábado, contra o Esportivo e o do próximo domingo, contra o Veranópolis.

Para o seu primeiro jogo na competição nacional, a delegação do Inter já enfrentou, desde ontem, quando seguiu para Rio Branco, a capital do Acre, dez horas de viagem e suportará o mesmo desconforto na viagem de volta.

Gaúchos

Mas, apesar da distância, que poucos clubes no mundo percorrem para disputar um jogo de futebol, o Inter estará em casa. A história do Acre é inseparável da presença dos gaúchos, começando pelo grande Plácido de Castro, honrado com a escolha do seu nome para denominar o aeroporto de Rio Branco.

Antes da assinatura do Tratado de Petrópolis, em dezembro de 1903, costurado pacientemente pelo Barão do Rio Branco, garantindo a posse pelo Brasil do então território do Acre, o gaúcho Plácido de Castro já lutava de armas nas mãos contra os bolivianos para impedir que a área fosse separada do Brasil. Os gaúchos de Rio Branco vão deixar o Inter à vontade para apresentar amanhã o seu melhor futebol.


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