Paixão Colorada
Kenny braga: Time solidário
Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra

Quando um time alcança os objetivos traçados para um jogo ou competição inteira é importante que em primeiro lugar sejam apontadas suas virtudes e, só depois, os defeitos. Do contrário, estaremos colocando a carreta diante dos bois, como diz o velho adágio gaúcho.
Dunga não foge a essa regra mínima de sensatez. Busca em seus comentários após os jogos a valorização do objetivo alcançado pelo grupo. Só depois comenta os defeitos, as dificuldades que ele e todos os torcedores veem.
Não foi diferente no Estádio Independência, quarta-feira à noite, após o 1 a 1 com o América-MG, que classificou o Inter para a fase quente da Copa do Brasil.
Reação e empate
Apesar dos problemas que enfrenta para escalar o time, por razões diversas, Dunga realiza, com a solidariedade de todos os jogadores, o trabalho que a torcida esperava no momento da sua contratação. Não tenho a menor dúvida de que o Inter ainda jogará muito mais, tanto na Copa do Brasil quanto no Brasileirão.
Não há nenhum exagero no que escrevo. O time demonstra que não se abate com a adversidade circunstancial no enfrentamento dos seus adversários.
O gol contra do zagueiro Ronaldo Alves, num momento de rara infelicidade, no início do segundo tempo do jogo em Belo Horizonte, não desconstruiu a equipe psicologicamente. Ao contrário. O Colorado reagiu, empatou e voltou a Porto Alegre classificado. E que venha o Flamengo.