Escalação
Nani Chemello: o cenário pede time alternativo do Inter em Erechim
Com derrota para o Palmeiras, Colorado precisa de foco total no Brasileirão


Nós sabíamos que a sequência inicial do Inter era difícil, a mais difícil do Brasileirão. Enfrentar Flamengo e Palmeiras logo de cara preocupa em termos de tabela. Mas o problema foi a derrota para o Athletico-PR. Essa não estava na conta e nos deixa na zona do rebaixamento, trazendo lembranças do ano passado.
Não acho que os desempenhos apresentados pelo Inter nos três jogos foram ruins. O time tem tudo para, em breve, começar a vencer. Mas enquanto isso não acontece, o alerta precisa estar ligado ao máximo. Se a vitória demorar a chegar, o que está dando certo começa a ser afetado pela falta de confiança. O que precisamos evitar.
Pelo cenário, o jogo contra o Remo ganhou um tom mais importante que o normal. É jogo de seis pontos. E não é fácil. Afinal, o Remo, apesar de não ter vencido ainda, vai jogar em casa, e o Inter tem sua viagem mais longa do ano pela frente, cruzando o país. Ele acontece só na última semana de fevereiro, mas para mim já afeta diretamente no Estadual.
O Inter não pode arriscar perder jogadores pela disputa do Gauchão. O elenco é curto, qualquer ausência pode gerar graves problemas para o time.
Portanto, no Colosso da Lagoa e no Beira-Rio, contra o Ypiranga, eu peço time alternativo novamente para Paulo Pezzolano. O uruguaio precisa utilizar todo tempo possível para ajustar a defesa colorada. Essa é a prioridade.
Alô, Erechim!
Nesse sábado, estou pegando a estrada rumo à Erechim. Estou ansiosa para encontrar os colorados do Interior na minha primeira viagem mais longa pela Rádio Gaúcha. Aguardo vocês nos arredores do Colosso da Lagoa para a gente bater papo e torcer para o Inter.