Paixão colorada
Nani Chemello: o Inter entregou um ponto para o São Paulo
Resultado passa por Paulo Pezzolano, que demorou para fazer as trocas


A impressão ao sair do Beira-Rio foi de um time satisfeito com o empate. Pelo menos o desenrolar do jogo aparentou isso.
A escalação foi confusa, muito pelos desfalques e a preservação dos colombianos após longa viagem, mas também por mexer mais ainda no time, tirando a titularidade de Matheus Bahia.
Ainda assim a equipe foi organizada na primeira etapa. O esquema se manteve, e tivemos uma evolução nas transições. Foi assim que saiu o gol, de pé em pé, em bonita jogada coletiva, com velocidade e raciocínio rápido.
O problema esteve todo no segundo tempo. Os jogadores começaram a cansar e, além de diminuírem a pressão em quem estava com a bola, não demonstravam força alguma para contra-atacar.
Elenco é insuficiente
As trocas demoraram a acontecer, principalmente a entrada de Carbonero. Alan Patrick, Paulinho e Bruno Henrique passaram mais tempo em campo do que deveriam. A falta de alternativas de alguém que segure a bola também atrapalhou, era o que o Inter precisava. Depois das substituições, o São Paulo já estava confortável na partida o suficiente para buscar o gol.
Com o elenco mediano e defesa insegura, o Inter não pode ceder tantas tentativas de bola na sua área. Em algum momento, a falha acontece.
Apesar de ter entregado a bola para os adversários contra Santos e Chapecoense, em nenhuma das duas vitórias o Inter recuou tanto. Paulo Pezzolano tem créditos, mas, dessa vez, abdicou dos três pontos.
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