Paixão colorada
Nani Chemello: o trunfo do Inter no Brasileirão
Colorado tem vantagem em relação aos adversários


Nunca é bom ficar fora de competições continentais. Essa situação não pode ser normalizada, até porque é fruto de incompetência do ano anterior. Isto é, significa ter alcançado apenas o mínimo para não cair para a segunda divisão e impede premiações maiores, cada vez mais importantes para o Inter.
Dito isso, resta ao clube aproveitar a vantagem que acompanha esse contexto. Para o objetivo principal da temporada colorada, e considerando as fragilidades do elenco, ter o calendário mais livre, com apenas um jogo na semana, pode ser decisivo para um crescimento do time.
Foi a partir das eliminações continentais em 2022 e 2024, por exemplo, que o Inter encontrou rumo no Brasileirão, com arrancadas que levaram o clube à Libertadores do ano seguinte.
Chegamos nesse momento crucial do campeonato.
O Mirassol, que vem ao Beira-Rio no próximo domingo (19), atuou em Quito, na altitude, na última terça-feira (14), às 23h. E assim vai acontecer com os próximos adversários, pelo menos até o término da fase de grupos da Sul-Americana e da Libertadores. Existe nesse padrão apenas uma semana de exceção, em que o Inter entra em campo pela Copa do Brasil, mas ainda assim, o calendário não alivia para os rivais, que também disputam a copa nacional.
Enquanto a maioria dos concorrentes se divide entre viagens longas, jogos em sequência e desgaste físico elevado, o Inter passa a ter o tempo como aliado. Tempo para recuperar os jogadores e aprimorar as ideias de Paulo Pezzolano. É o momento de transformar essa vantagem em desempenho e, principalmente, resultado.
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