Paixão Colorada
Nani Chemello: a vitória vale mais do que apenas os três pontos
Se vencer o Vasco, o time de Pezzolano passa o adversário, sobe na tabela e vai para os duelos fora de casa com mais confiança


O jogo do Inter contra o Vasco será a última oportunidade de viver o Beira-Rio antes da pausa para a Copa do Mundo. Ou seja, serão mais de dois meses longe de casa.
Se vencer, o Inter passa o adversário, sobe na tabela, vai para os duelos fora de casa com mais confiança e deixa o torcedor com vontade de retornar ao Gigante, em maior número, para a sequência do campeonato e, claro, para as oitavas da Copa do Brasil. O time precisa entrar em campo ciente de que a partida representa uma impressão para o segundo semestre.
Chance para Rochet
Rochet sem dúvidas quer ir para a Copa do Mundo e tentar recuperar seu posto de titular da Celeste. Imagino que ele esteja fervilhando de ansiedade, ao ponto de falhar repetidamente em lances básicos e simples por estar com a cabeça em outro mundo.
Mas ele veste a camisa de um clube que não dá margem para tantos erros, o foco precisa estar nos 90 minutos pelo Inter, para daí sim pensar em Seleção.
A pressão em cima de Rochet contra o Vasco será inevitável. O goleiro vem de frequentes falhas ao longo do ano e já não agrada mais o torcedor, que o vaiou durante e ao final da partida contra o Athletic. A tendência inclusive, e deixo aqui meu posicionamento contrário a isso, é que ele seja vaiado já na escalação. É nesse cenário que o uruguaio precisa provar para o que veio.
Parafraseando o técnico Paulo Pezzolano: “Rochet tem que ter personalidade, como tem, e reverter isso.” É, o Inter e Rochet precisam.
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