Paixão Colorada
Nani Chemello: memória recente precisa ser exemplo para enfrentar o Coritiba
Inter se reencontra com o Estádio Couto Pereira neste sábado


Em meio ao período mais doloroso da história recente do Rio Grande do Sul, um jogo trouxe alívio e felicidade ao torcedor colorado. O Gre-Nal 442, que tinha um peso maior por tudo que acontecia no RS, foi disputado justamente no Couto Pereira, palco da próxima partida do Inter.
Dentro de campo, o jogo esteve longe de ser brilhante. Poucas chances, baixa qualidade, quase nenhuma emoção. Ainda assim, o Inter conseguiu ser superior, especialmente no segundo tempo, e venceu justamente por algo que precisa se repetir no sábado: efetividade. Criou pouco, mas aproveitou a oportunidade que teve.
O grande espetáculo daquela noite veio da arquibancada, festa que orgulhou os colorados. Mesmo com ampla maioria gremista, mandante no clássico, os cantos da Guarda Popular dominaram a transmissão durante praticamente todo o jogo. Foi uma demonstração absurda de apoio em um contexto extremamente complicado.
O duelo contra o Coritiba, neste sábado (9), precisa lembrar aquele clássico, dentro e fora de campo. O Inter não necessita de um desempenho bonito ou de criar inúmeras chances de gol, precisa competir, marcar forte e ser eficiente.
O cenário do confronto favorece isso. Tanto Inter quanto Coritiba preferem atuar sem a bola e, jogando em casa, pressionado pelos últimos resultados, o adversário deve assumir mais a iniciativa. É exatamente o contexto em que o time de Pezzolano costuma se dar bem.
Se time e torcida seguirem a receita do clássico de 2024, acredito em mais 3 pontos do Inter como visitante.
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