Paixão colorada
Nani Chemello: o limite da torcida para os representantes do Inter
Após duas edições, clube volta a ter jogadores na Copa do Mundo


A Copa do Mundo finalmente começou! E o Colorado terá dois representantes na competição: Sergio Rochet, defendendo o Uruguai, e Félix Torres, vestindo a camisa do Equador.
Após alguns anos sem participação direta de atletas do Inter em Mundiais (o último foi Aránguiz, pelo Chile, em 2014), é bom ter jogadores no maior torneio do mundo novamente.
Para o clube significa visibilidade, mas também um valor importante aos cofres. A Fifa paga uma compensação financeira aos times que cedem jogadores para a competição. Rochet e Félix Torres já garantem uma receita apenas pela participação na fase de grupos.
Se suas seleções forem eliminadas logo na primeira fase, o clube receberá aproximadamente R$ 640 mil por Félix Torres e cerca de R$ 665 mil por Rochet. E a conta aumenta conforme eles permanecerem no torneio, com R$25 mil reais diários.
Chances de classificação
Dentro de campo, os desafios são bem parecidos, com os dois países entrando na competição com expectativa de classificação em segundo lugar do grupo. O Uruguai está no Grupo H, ao lado de Espanha, Cabo Verde e Arábia Saudita. Já o Equador enfrenta Alemanha, Curaçao e Costa do Marfim no Grupo E.
Claro que, pensando no Inter, quanto mais longe eles chegarem, melhor será para o caixa colorado. Em tempos de dificuldades financeiras, toda receita extra ajuda, mas existe um limite para essa torcida. Em algum momento, eles vão precisar ser eliminados.
Quero que Rochet e Félix Torres façam um grande Mundial, só não mais do que o necessário para cruzar o caminho do Brasil.
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