Dupla Gre-Nal



Elevador

Análise do DG: o sobe e desce de Grêmio e Inter pós Gre-Nal

Confira os atletas que tiveram rendimento positivo no primeiro clássico da Arena

06/08/2013 - 08h15min

Atualizada em: 06/08/2013 - 08h15min


A equipe de Esportes do Diário Gaúcho monta o elevador do Gre-Nal:

GRÊMIO

Sobe:

- Rhodolfo - A novidade do clássico. Entrou com naturalidade e mostrou credenciais.

- Pará - O esquema favoreceu seu ímpeto, foi para cima de Kleber e levou vantagem por ter mais energia.

- Riveros - Mostrou ser de alto nível desde a estreia. Entrou no time e nem precisou de adaptação.

- Alex Telles - Foi bem como ala, o Grêmio criou muito pelo seu lado. É a grande novidade do time em 2013.

- Kleber - A cada jogo, vira mais titular. Foi bem no Gre-Nal, sofreu pênalti. Aplicado, fez falta em D'Ale na defesa, por exemplo.

- Barcos - O gol de pênalti foi a cereja do bolo. A atuação foi do nível daquelas dos seus primeiros jogos no Grêmio.

- Ramiro - Outra boa novidade vinda do Juventude. Sempre que entra, mostra resultado.

- Paulinho - Só pelo fato de entrar no Gre-Nal já representa alguns andares acima. Entrou no grupo quinta-feira. 

- Maxi Rodríguez - Está como Ramiro, sempre que entra mostra algo diferente. Já há quem o defenda como titular.

- Renato Portaluppi - Conseguiu, sem Zé Roberto e Vargas, montar um time firme na defesa e agressivo no ataque. Anulou os meias do Inter, avançou os laterais e bloqueou os cruzamentos perigosos de Ednei e Kleber. Assim, isolou Damião e Forlán.

No mesmo andar

- Dida - teve atuação segura, manteve o padrão dos últimos jogos.

- Werley - Foi firme como de costume e não estranhou o esquema com três zagueiros.

- Elano - Enquanto tem gás, faz a diferença. O problema é que cansa no segundo tempo. No clássico foi assim.

Desce

- Bressan - Foi envolvido no lance do gol e correu risco de ser expulso no primeiro tempo.

- Adriano - Não desceu o elevador, despencou. Escapou da expulsão, apelou para faltas no meio do campo.

INTER

Sobe:

- Willians - Recuperou-se da precipitação no pênalti com o lance do empate. Marcou firme e saiu para o jogo. Errou menos passes.

- Jorge Henrique - Passou o primeiro tempo correndo atrás dos volantes adversários. No segundo tempo, como lateral, teve excelente atuação e evitou dois gols. É diferenciado na questão tática.

- Leandro Damião - Centroavante que se preze aparece em jogos como o Gre-Nal. Damião fez mais, brigou o tempo todo e incomodou os zagueiros a tarde inteira.

- Scocco - Jogou 25 minutos e deu boa amostragem. O chute em curva que passou perto do poste serviu como credencial.

No mesmo andar

- Dunga - Conseguiu, com a mudança no intervalo, tirar o time de trás. Mostrou que sabe usar as ferramentas que os jogadores oferecem, como Jorge Henrique na lateral e Fabrício na meia.

- D'Alessandro - Não desequilibrou como de costume, mas liderou o time e exerceu bem o cargo de capitão.

- Josimar - Jogou mais fixo e centralizado do que de costume. Manteve o bom nível das atuações. É uma afirmação de Dunga.

- Juan - Sereno e eficiente como em quase todas as jornadas deste ano. É um zagueiro técnico e discreto.

- Kleber - Ficou restrito à marcação, já que Pará jogou como um ponta-direita à moda antiga. Teve trabalho com a energia do rival.

- Muriel - Manteve o bom nível das últimas atuações. Está afirmado, já representa segurança para a defesa.

- Ednei - Teve trabalho com Alex Telles  e não pôde apoiar e mostrar sua principal virtude, o cruzamento.

Desce

- Fabrício - Precisa rever seus conceitos. É talentoso, vai bem tanto na lateral quanto no meio. Mas precisa se controlar mais, está sempre nervoso. 

- Forlán - Apagado, muito longe de ser a referência que precisa ser - e que até já foi neste ano. Submeteu-se muito fácil à marcação.

- Ronaldo Alves - Havia ido mal contra o Náutico e mostrou-se inseguro no clássico. O cabeceio a um palmo do chão para afastar uma bola o marcou.


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