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Nani Chemello: a posição que virou prioridade no Inter para o segundo semestre 

Paulo Pezzolano tenta encontrar alternativa caseira

11/07/2026 - 04h00min

Atualizada em: 11/07/2026 - 04h00min


Nani Chemello
Nani Chemello
Ricardo Duarte/Inter, Divulgação
Vitinho é uma das alternativas.

Borré foi embora e é óbvio que o Inter precisa de um centroavante para repor a saída. Faltam menos de 15 dias para o Brasileirão retomar, e o ideal é que alguém desembarque aqui antes disso, a fim de já criar entrosamento, se adaptar ao ambiente, entender o time taticamente e aprimorar questões físicas. Caso contrário, vamos ao primeiro jogo após a pausa, contra um Cruzeiro que cresceu na competição, com apenas com Alerrandro como centroavante de fato.

O problema é que, além de o atacante voltar de férias acima do peso, o que inevitavelmente levanta questionamentos sobre seu comprometimento, o momento do Inter pede opções. Os jovens Fabrício Prado e João Bezerra têm recebido oportunidades nos treinamentos, são atletas promissores, mas ainda muito novos para carregar a responsabilidade em um momento de tanta pressão.

Enquanto a reposição não chega, Pezzolano testa novas ideias. A principal delas é Vitinho como falso nove. É um atacante que sai da área, participa mais da construção e também pode cair pelos lados, onde atua originalmente. Com Ramón Díaz, posicionado como segundo atacante, foi decisivo com gols em um período complicado da temporada passada.

A ideia pode funcionar, mas exige pelo menos mais uma mudança no time, já que alguém precisará ocupar o espaço deixado por Vitinho na ala direita. Por isso, é uma solução interessante, mas que não pode, de maneira alguma, ser definitiva.

A direção já sabia da possível saída de Borré, então espero que entenda a necessidade urgente de trazer mais um centroavante.


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