Coluna do Guerra
Guerrinha: "Sem clima para futebol"
Nem poderia ser diferente.
Acertadamente, a CBF, o Grêmio e o Atlético-MG decidiram empurrar mais para a frente a última batalha da Copa do Brasil, que seria disputada hoje, na Arena. Uma espera justa, que vai acalmar o clima pesado, muito triste, que abalou dirigentes, jogadores, comissões técnicas e mexeu com a emoção dos torcedores.
Essa pequena espera foi, sem dúvida, um golaço do futebol brasileiro.
Pesadelo – Virou pesadelo. A festiva viagem da Chapecoense para Medellín, visando o primeiro jogo da final da Sul-Americana, acabou no começo da madrugada, quando vitimou quase toda a delegação catarinense e muitos parceiros da imprensa, incluindo o amigo-irmão Mário Sérgio. Uma enorme tristeza proporcionada por mais uma curva do fim que todos teremos: a morte.
Compras – É bom não se enganar. De volta ao convívio dos melhores, o Vasco procura um novo técnico, descarta a contratação de diretor-executivo e vai precisar reformular o grupo para não viver novo drama no próximo ano. Com o que tinha em 2016, sofreu para garantir classificação que parecia certa.
Castigo – Nada é por acaso. Aconteça o que acontecer na última rodada, fica claro que as coisas não aconteceram por acaso para o Inter neste 2016. Depois de se enganar com o título do Gauchão, a direção errou nas contratações da maioria dos jogadores e pecou na escolha de técnicos.
Perguntinha
O Inter acredita no Figueirense?
*Diário Gaúcho