Dupla Gre-Nal



Paixão Tricolor

Cacalo: Camisa tricolor

Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra

08/01/2013 - 08h08min

Atualizada em: 08/01/2013 - 08h08min


Quando, no domingo, aprontava minha mala para viajar a Santa Catarina, onde acompanharei o Planeta Atlântida, notei que entre roupas e afins, instintivamente me vi pegando a camisa do Grêmio como parte das necessidades que tenho. Incrível como toma um tamanho que nem nós mesmos conseguimos dimensionar a paixão e o quanto faz parte de nossas vidas um clube de futebol.


Um simples clube de futebol faz com que a gente acredite que somos uma parte da sua existência. Que, mesmo não sendo um daqueles que fazem parte do seu dia a dia, torcer por um clube dá a cada um a sensação de poder absoluto e permite que defenda e potencialize o que julga verdade sobre ele.


Autoestima


Levar, ter, vestir a camisa do nosso time nos coloca num mundo diferente. Não somos comuns, não somos qualquer um. Somos aqueles que venceram e, portanto, merecedores do respeito de todos.


Quando vestimos a camisa do nosso time, vestimos um pouco do que somos e muito do que acreditamos que podemos ser. É se ver como uma pontinha de sucesso que outro tem.


É a camisa do Grêmio, ou a do seu time, nos fazendo melhor do que somos, pelo menos, para nossa autoestima. São nossas cores e nossas dores num pedaço de tecido. E, felizmente, como gremistas nossas cores mostram que temos mais alegrias do que dores. E mesmo que não fosse, continuaria eu a colocar sem perceber a camisa dentro da mala para qualquer viagem que fosse.


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