Paixão Tricolor
Cacalo: Libertadores
Leia a coluna do Diário Gaúcho na íntegra

Quando substituí o Cacalo em outra ocasião, comentei que Gauchão não me interessava. Time reserva, Grêmio B ou até Z, não importa, não é um campeonato que tenha relevância diante de uma Libertadores disputada na mesma época.
O problema é o calendário ou a fórmula do campeonato? Acho que são os dois. E, pelo número excessivo de partidas justo quando se disputa a primeira fase da maior competição da América, mantenho minha opinião: no jogo contra o Novo Hamburgo, domingo, Vanderlei Luxemburgo deve poupar todos os titulares que deem qualquer sinal de cansaço ou sintam uma dorzinha de cabeça que seja.
De olho no Chile
Se ganharmos o Gauchão, parabéns, não fizemos mais nada além do que a obrigação.
Se cairmos fora da Libertadores na fase de grupos, crise, acabou o ano. Sem contar que deixará dramática a situação financeira do clube. Por isso, espero que o Grêmio esteja com todas as atenções voltadas ao Huachipato desde já. Na verdade, desde quarta-feira.
Precisamos do Barcos recuperado, do time atento, mordendo a bola, com vontade não do empate, mas da vitória.
O Grêmio ainda não tem uma equipe pronta para ganhar tudo que disputa. Portanto, foco deve ser a palavra de ordem para sonhar com o tri da Libertadores neste ano.