Prejuízo de R$ 268 mil
Polícia prende quatro suspeitos de envolvimento em assalto a joalheria em shopping de Porto Alegre
Cinco mandados de prisão e oito de busca e apreensão foram cumpridos nesta terça-feira (9); uma pessoa segue foragida


Uma operação da Polícia Civil realizada na manhã desta terça-feira (9) resultou na prisão de quatro suspeitos de participação no assalto à joalheria Safira do Bourbon Shopping Ipiranga, em Porto Alegre, ocorrido em 23 de abril.
De acordo com a polícia, o prejuízo causado pelo roubo foi estimado em R$ 268 mil. Até o momento, não foi informado se parte das joias roubadas foi recuperada durante a operação.
Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão e oito de busca e apreensão. Uma pessoa segue foragida. Ela foi uma das que praticou o assalto na loja. O homem já estava nessa condição após ter fugido do regime semiaberto. Ele cumpria prisão por outro crime de roubo.
Segundo a investigação, os cinco alvos da operação tiveram participação direta no roubo, sendo quatro homens e uma mulher. Ainda conforme a polícia, dois deles entraram na joalheria utilizando bonés e renderam três funcionárias do estabelecimento. Os policiais identificaram que eles utilizavam também outros disfarces, possivelmente barbas falsas. Mas, pelas imagens obtidas, não é possível identificar com certeza, segundo o delegado Gabriel Casanova, responsável pela ação.
Após roubarem as joias, os criminosos trancaram as vítimas no banheiro da loja e deixaram o shopping caminhando. Do lado de fora, um terceiro integrante do grupo aguardava em um veículo para auxiliar na fuga.
Outras duas pessoas também teriam participado da ação, dando apoio à saída dos assaltantes do local.
Outras duas pessoas também teriam participado da ação, dando suporte à saída dos assaltantes do local. Os três carros usados na fuga foram apreendidos.
De acordo com a polícia, o prejuízo causado pelo roubo foi estimado em R$ 268 mil. Um dos objetivos da operação foi tentar localizar parte da mercadoria, o que não foi possível.
— A gente vai tentar identificar a destinação dessas joias. Além disso, queremos mais elementos de provas através dos celulares que foram apreendidos para identificar se havia mais pessoas envolvidas no crime — afirma Casanova.