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PAPO RETO10/04/2021 | 05h00Atualizada em 10/04/2021 | 05h00

Manoel Soares e a valorização das velhas vozes

Colunista escreve no Diário Gaúcho aos sábados 

Manoel Soares e a valorização das velhas vozes Manoel Soares/Arquivo Pessoal
"Faça das vozes velhas o eco que vai guiar o futuro" Foto: Manoel Soares / Arquivo Pessoal

Entender as mensagens da vozes velhas no nosso entorno é uma arte. Geralmente, as pessoas com mais de 80 anos gostam de nos dar presentes que nem sempre sabemos receber. O idioma dos mais velhos vem regado de uma velocidade que entedia corações imaturos, mas as imagens distorcidas das palavras escondem mapas que podem nos levar à felicidade. 

As noites frias de solidão podem ficar no passado se entendermos que as pessoas de cabelos brancos nos dão o bem mais precioso da humanidade: a experiência. A juventude é uma dádiva, mas, às vezes, é uma pena que seja entregue a jovens. 

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Esses velhos e velhas são poços de sabedoria que sofrem com a ausência do tempo para usufruir tudo que aprenderam. Tentam viver seus sonhos de realização em nossos corpos, cujos anos à frente podem ser regados de vitórias e alegrias. 

Se queremos fazer essas pessoas felizes, basta sentar ao lado delas e ouvir com atenção e, quando seus conselhos forem úteis, voltar e agradecer. Essa pandemia não somente nos rouba a convivência com essas pessoas amadas, mas nos tira as experiências que seriam compartilhadas. 

Faça das vozes velhas o eco que vai guiar o futuro, pois eles veem em seus olhos o espelho de lágrimas e sorrisos perdidos. Entregar a nós suas verdades vividas é a forma que eles têm de amar.

 
 
 
 
 
 
 
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