Cinco meses após queda de muro de contenção, solo está cedendo em rua de Porto Alegre e representa risco - Notícias - No Diário Gaúcho você encontra notícias do RS, informações de utilidade pública, muito entretenimento, além de conteúdos esportivos e jornalismo policial.

Versão mobile

Seu problema é nosso13/06/2017 | 08h15Atualizada em 13/06/2017 | 08h15

Cinco meses após queda de muro de contenção, solo está cedendo em rua de Porto Alegre e representa risco

Segundo o Dep, não há previsão para conserto do muro

Cinco meses após queda de muro de contenção, solo está cedendo em rua de Porto Alegre e representa risco Arquivo Pessoal/Leitor/DG
Solo está cedendo e local representa perigo para os moradores Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG

Cinco meses após desabar, um muro de contenção que ficava na Rua Cangussu, no Bairro Nonoai, Zona Sul da Capital, ainda faz falta para os moradores do local. Com a queda da barreira, o solo passou a ceder. Assim, no fim da rua, a área abaixo do asfalto está ficando oca.

Leia mais notícias da seção Seu Problema é Nosso!

A estrutura, que desabou durante temporal em 4 de janeiro, servia para evitar que a terra desmoronasse para o interior do Arroio Passo Fundo, que corre ali.

Em 23 de março, quase três meses depois da queda, o Diário Gaúcho retratou o problema. Na época, o medo dos moradores era de que a terra continuasse cedendo. E isso segue ocorrendo.

Em março, quando o muro caiu Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG

Com a chuva das últimas duas semanas, a situação piorou. O solo desmorona com mais frequência. Entre os riscos para quem mora na área, estacionar o carro na garagem de casa é o principal, já que o medo de o asfalto ceder é constante.

Moradora da Cangussu desde que nasceu, a auxiliar administrativa Sílvia Regina da Silveira Candia, 51 anos, teme que alguém desavisado possa se acidentar no local. Segundo ela, a área foi isolada pela prefeitura somente na semana passada.

Sem contrato nem previsão de conserto

Em março, o Departamento de Esgotos Pluviais (Dep) afirmou que, para refazer o muro, seria preciso abrir licitação e contratar uma empresa terceirizada. Qualquer tipo de contratação estava suspensa pela prefeitura até o início de maio. Somente após essa data, o órgão poderia voltar a contratar serviços. Mas isso não aconteceu.

Procurado pela reportagem, o Dep afirmou que sua Seção Sul, responsável pela área onde o muro caiu, segue sem contrato vigente com uma terceirizada. E isso ocorre desde junho de 2016.

Leia mais
Mulher de Gravataí recebe tratamento para câncer após dois meses de atraso
Alagamentos, lama e buracos: as consequências da chuva nas ruas da Região Metropolitana
Sem pavimentação, ruas de Viamão estão cheias de lama e buracos

Segundo o órgão, o projeto-base de contratação de empresa para realizar pequenas obras já está em fase final de elaboração e encaminhamento para licitação, mas não há uma previsão para o conserto do muro de contenção.

O Dep orienta os moradores a manter distância de 2m da parte que está desmoronando, por questões de segurança.


 
 
 
Diário Gaúcho
Busca
clicRBS
Nova busca - outros