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Seu problema é nosso22/12/2017 | 09h32Atualizada em 22/12/2017 | 11h20

Família consegue na Justiça fisioterapia para o filho de dois anos em Alvorada

Com dois anos e oito meses, o pequeno faz cinco sessões de terapia domiciliar por semana, após ter conseguido apoio do governo do Estado via Justiça

Família consegue na Justiça fisioterapia para o filho de dois anos em Alvorada Arquivo Pessoal / Leitor/DG/Leitor/DG
Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG / Leitor/DG

O bebê Pedro Ebling dos Santos Dornelles, morador de Alvorada, nasceu com atraso no desenvolvimento psicomotor e com problemas respiratórios. Por isso, desde cedo, precisa fazer fisioterapia para melhorar a capacidade motora e o funcionamento dos pulmões. 

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Com dois anos e oito meses, o pequeno faz cinco sessões de terapia domiciliar por semana, após ter conseguido apoio do governo do Estado via Justiça. O pedido de ajuda de Pedro foi publicado pelo Diário Gaúcho no dia 3 de agosto deste ano, quando suas sessões, que eram pagas pelo governo, tiveram atraso. 

A mãe, a dona de casa Géssica Ebling dos Santos, 26 anos, e o pai, o auxiliar de almoxarifado Ismael Dornelles, 27 anos, estavam angustiados pela demora em conseguir renovar o benefício e partiram para outras alternativas. 

Na época, a reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual da Saúde, que afirmou que a responsabilidade seria do município em que a família vive. Já a assessoria da prefeitura não respondeu à demanda sobre o caso. 

Depois da publicação no DG, a família recebeu cerca de R$ 1 mil em depósitos bancários de leitores solidários com a situação. Com este dinheiro, os pais de Pedro pagaram a fisioterapia de forma particular, enquanto não recebiam o benefício na Justiça. 

Seis meses 

Cerca de três semanas depois da reportagem, Gessica conseguiu o primeiro pagamento da Justiça para três meses de tratamento – referente aos meses de setembro, outubro e novembro. Agora, no mês de dezembro, ao renovar a solicitação, a família passou a receber os valores relativos a seis meses — que irão durar até maio do próximo ano. 

Géssica conta que o Estado paga R$ 1,4 mil por mês, que é o valor que o profissional cobra pelo serviço prestado. De acordo com a mãe, o tratamento ajuda bastante o pequeno Pedro. Apesar disso, ele ainda não senta nem engatinha, apenas se vira de bruços. 

— É um problema crônico, ele vai precisar de fisioterapia para o resto da vida — desabafa a mãe. 

*Produção: Eduarda Endler 

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