Família busca doações para adquirir cadeira adaptada para menino com paralisia, em Gravataí - Notícias

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Seu problema é nosso22/10/2018 | 09h26Atualizada em 22/10/2018 | 09h26

Família busca doações para adquirir cadeira adaptada para menino com paralisia, em Gravataí

Prematuro, Bernardo Gomes, três anos, sofreu uma asfixia do cordão umbilical no parto, o que fez com desenvolvesse paralisia cerebral e uma síndrome que causa frequentes crises epilépticas

Família busca doações para adquirir cadeira adaptada para menino com paralisia, em Gravataí Arquivo Pessoal / Leitor/DG/Leitor/DG
Bernardo: apenas três anos e 34 internações hospitalares Foto: Arquivo Pessoal / Leitor/DG / Leitor/DG

Já no nascimento, o pequeno Bernardo da Silva Gomes, três anos, enfrentou problemas. Prematuro de seis meses, sofreu no parto uma asfixia do cordão umbilical, o que fez com o bebê tivesse paralisia cerebral (distúrbio congênito de movimentação, na musculatura e na postura) e síndrome de West (doença rara caracterizada por crises epilépticas frequentes). 

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Agora, para evitar futuros problemas de saúde, precisa de uma cadeira adaptada, que custa R$ 8 mil. Mãe de Bernardo, a operadora de caixa desempregada Simone Nunes, 32 anos, conta que o menino tem luxação no quadril esquerdo — deslocamento dos ossos da articulação da bacia — e se preocupa que o problema apareça no outro lado: 

— Ele precisa ter uma postura correta, e ficar só na cama não vai ajudar. 

Para isso, o pequeno morador de Gravataí precisa da cadeira, vendida pelo nome MobiKids Combo. 

Rotina 

Com o nascimento de Bernardo, a mãe largou o emprego para cuidar do filho em tempo integral, junto com três outros filhos, Marcos, 14 anos, Gabrieli, 13 anos, e Priscila, 10 anos. Hoje, o caçula realiza fisioterapia e terapia ocupacional na Kinder Centro Integração da Criança Especial, uma vez por semana. 

Além da cadeira adaptada, a mãe conta que ele precisa de outros recursos para continuar o tratamento em casa. Entre eles, órtese para posicionamento dos pés e das mãos, que evita deformidades nos tornozelos e nos punhos, talas para manter o alongamento dos membros inferiores e superiores e uma almofada adaptada, para usar entre as pernas após a cirurgia. 

Como o menino não consegue se alimentar pela boca, ele passou por uma cirurgia chamada gastrostomia (em que uma sonda de alimentação é colocada diretamente no estômago, pela pele).

Anjo 

Futuramente, também fará uma cirurgia de alongamento de tendões nos membros inferiores para prevenir luxação de quadril do lado direito. Até o momento, com apenas três anos, Bernardo já passou por 34 internações em hospitais: 

— Passo mais tempo no hospital com ele do que em casa. 

Para Simone, Bernardo é um anjo. 

— Não tenho palavras para definir a nossa relação. Cuido dele com todo o amor do mundo, ele é meu grude. Conheço cada resmungada, cada chorinho — conta. 

Simone brinca que o filho lhe dá alguns sustinhos: 

— Não sei quantas vezes já testou meu coração. 

Saiba como ajudar

— Entre em contato com Simone pelo telefone (51) 98508-4793.
— Faça depósito bancário na Caixa, pela agência 0478, operação 013 e número da conta 00045795-9. 

*Produção: Eduarda Endler 

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