"Ele há de acordar para o jogo", diz irmã de Marcos, sobre romance com Emilly e disputa na casa - Entretenimento

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BBB1722/02/2017 | 16h10Atualizada em 22/02/2017 | 18h17

"Ele há de acordar para o jogo", diz irmã de Marcos, sobre romance com Emilly e disputa na casa

Caroline Härter afirma que respeitará decisão do casal, caso eles queiram namorar, após o programa, mas mostra preocupação com o desempenho do cirurgião gaúcho após início do romance com a conterrânea. 

"Ele há de acordar para o jogo", diz irmã de Marcos, sobre romance com Emilly e disputa na casa Facebook/Reprodução
Marcos e Caroline (em cima, na esquerda), com os pais Foto: Facebook / Reprodução

Por mais que alguns fãs já estejam até imaginando um possível filho dos gaúchos Marcos e Emilly, após uma noite quente no edredom do BBB17, a família do cirurgião plástico demonstra preocupação com o andamento do desempenho do galã, após o início do relacionamento com a conterrânea. Caroline Härter, 35 anos, irmã do médico, afirma que a família não tem nada contra Emilly, que a receberá bem, fora da casa, caso eles decidam namorar, mesmo com a diferença de idade dos dois - ele tem 37, e Emilly, 20. Mas observa.

— Eu acho que o sentimento dele é sincero. Porém, dentro da casa, eles estão em uma situação extrema, de falta de comida, de falta de sexo, aquilo não é o normal deles. Nunca vi meu irmão tão distanciado do jogo como agora — afirmou Carol, em entrevista, por telefone, de Fortaleza, onde mora, ao Diário Gaúcho.  

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A advogada afirmou, ainda, que acredita que, muitas vezes, é melhor que os brothers joguem individualmente, sem formar um casal. E sustenta a ideia:

— Acho que é melhor quando as pessoas jogam de maneira individual, porque fica mais fácil de o público apurar. Quando um casal é formado, ou ele vira uma potência, ou um anula o outro.

Quanto ao desempenho futuro do mano na casa mais vigiada do Brasil, Carol afirma que ele tem uma torcida fiel, que enxerga que ele é do bem.

— Mas tenho notado que tem gente que está decepcionada com ele no jogo. Mas confio na inteligência e no bom senso dele. Ele há de acordar para o jogo — afirma a advogada.

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