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Na telinha02/09/2017 | 12h00Atualizada em 02/09/2017 | 12h00

Na reta final, Novo Mundo tem recorde de audiência e gera curiosidade sobre fatos e personagens

Novela das seis exibe os melhores números no horário desde 2007. Confira algumas curiosidades e saiba o que é licença poética e o que realmente aconteceu.


Leopoldina: mistério sobre seu desfecho na trama Foto: João Miguel Júnior / TV Globo/Divulgação

Conforme o fim de Novo Mundo, que está prevista para acabar no dia 25 de setembro, se aproxima, a curiosidade do público sobre o desfecho de Leopoldina (Letícia Colin) só aumenta. Segundo o jornal Extra, os autores, Thereza Falcão e Alessandro Marson, querem terminar a novela antes da morte da princesa.Mas, se isto se confirmar, trama vai chegar ao fim com Pedro (Caio Castro) ainda tendo Domitila (Agatha Moreira) como amante.

Dom Pedro terminará com Leopoldina ou Domitila Foto: Raquel Cunha / TV Globo/Divulgação

Na vida real, o príncipe só se separou da moça depois da morte de sua esposa. Mas o sucesso da princesa é tanto que o público torce para que ela tenha um final feliz. Além da torcida pelo final, o público se pergunta: o que realmente aconteceu naquela época e o que e licença poética? O Diário Gaúcho retoma alguns temas e mostra o que é realidade e o que é ficção na novela das seis. Confira!

Audiência forte

Segundo a coluna Sinal Aberto, do jornal Zero Hora, Novo Mundo está batendo as 19 novelas anteriores do horário das seis, na Grande Porto Alegre. É a trama de maior audiência da faixa desde Eterna Magia, exibida em 2007.

Algumas situações são licenças poéticas. Outras, não...

Chalaça, fiel escudeiro de Dom Pedro Foto: Raquel Cunha / TV Globo/Divulgação

Chalaça, ou Francisco Gomes da Silva, realmente existiu. Conforme relato de uma das obras que são referência sobre o período, o livro 1822, do escritor e jornalista Laurentino Gomes (Editora Globo, R$ 28, preço médio), Chalaça era amigo e conselheiro de Dom Pedro I, e morreu em 30 de dezembro de 1852. O apelido, na época, lhe foi dado porque Francisco era considerado uma pessoa divertida - depois, a expressão se incorporou ao vocabulário brasileiro, como sinônimo de zombaria, brincadeira.

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Conforme a obra de Laurentino, Chalaça acumulava as funções de amigo, secretário e recadista de D. Pedro, um faz-tudo, como mostra o trecho abaixo.

"Era encarregado de arranjar mulheres para o príncipe, proteger seus negócios e segredos pessoais e defendê-lo em qualquer circunstância, por mais difícil e escusa que fosse" 

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A escravidão no século XIX

Ainda de acordo com a obra de Laurentino, a escravidão, retratada de maneira forte em Novo Mundo, era presente, e muito, na época da Independência, com é possível entender no trecho abaixo:

"Quem observasse o Brasil nessa época teria razões de sobra para duvidar de sua viabilidade como país. Às vésperas do Grito do Ipiranga, o Brasil tinha tudo para dar errado. De cada três brasileiros, dois eram escravos, negros forros, mulatos, índios ou mestiços. Era uma população pobre e carente de tudo. O medo de uma rebelião escrava pairava como um pesadelo sobre a minoria branca."



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